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A voz modernista que nunca se calará.

Se fosse vivo Mário de Sá-Carneiro completaria hoje 100 anos.  É o nosso maior poeta modernista e da geração d’Orpheu. Que a dor dos seus versos permaneça sempre em nós para que nunca esqueçamos a sua maior voz: a escrita.

Não desistamos (nunca) de ser livres.

42 anos de abril. Que nunca se apague em nós a chama.

Simplesmente púrpura. A cor de Prince (1958-2016).

A cor púrpura de um ícone que sempre o será. Não era um dos meus grandes ídolos, mas era o símbolo de uma década que marcou gerações.

A frase do dia.

Com calma, Presidente!

Ainda em estado de graça, Marcelo, o Presidente, deslocou-se a pé em Lisboa, por estes dias, no trajeto entre eventos. Foi tirando selfies com turistas e portugueses, passeando-se como um cidadão comum, entre a multidão. É certo que já percebemos ser este o estilo que pretende vincar e manter no legado, mas continuamos a achar que a coisa corre o risco de se tornar cansativa, além de que, a pouco e pouco, vai também desprestigiando o cargo que ocupa. Não queremos um presidente cinzento, como o foi Cavaco, mas também não pedimos um Chefe de Estado exageradamente popular. O bom senso, Presidente, é o termo certo para dosear o estilo. Além disso, o caso «Isabel dos Santos» versus «BPI» já lhe conferiu a primeira fogueira de onde saiu chamuscado. Com calma, presidente Marcelo, com calma!

As desastrosas causas fraturantes de Catarina.