50 anos são 50 anos. A voz já se cansa muitas vezes, mas nem por isso deixa de insistir em conceder ao público português o que ele sempre mereceu. Sem James Kottak (baterista), devido a doença, a banda que me acompanha desde que me lembro de ser gente, cumpriu, a 28 de junho, no MEO Arena, em Lisboa. Percorreram inúmeros sucessos de uma longa carreira, mas deram a conhecer inéditos do último álbum, o mesmo que celebra o meio século de existência: Return to Forever. Entre emoções, lágrimas que por aqui caíram, e algum saudosismo de um adeus que parece definitivo, há momentos que tenho de referir. O medley, já esperado (tendo em conta o alinhamento da digressão nos EUA), das baladas mais adoradas pelo público. Um Always Somewhere apenas acompanhado pela guitarra tornaram a versão não só única como inédita. Não me lembro, em tantos concertos, de ter assistido a uma versão assim. Seguiu-se um Eye of the storm e um Send me an angelque fez bater os corações mais saudosos dos cinco magnífico…