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Mensagens

Em memória das vítimas do Holocausto

O mundo celebra, esta sexta-feira, 27 de janeiro, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, instituído em 2005 por uma resolução da Assembleia-Geral das Nações Unidas, e em que se evoca os milhões de vítimas do horror nazi. Não os esquecemos.

Novo Banco: uma fatura que chegará em breve

A deputada do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, num debate no Parlamento, na semana passada, disse que em relação ao Novo Banco «todos os dados disponíveis apontam para que a nacionalização seja a opção menos penalizadora para o erário público». 
Pois bem, a saga da salvação da banca nacional desde os tempos do BPN até hoje continua a ser vista, aos olhos da esquerda radical, como natural. O discurso é incongruente, já que, são estes os mesmos homens e as mulheres que, nos tempos da Troika, atacavam quem ousasse nacionalizar e, com isso, entregar a fatura a todos os contribuintes.
O que está a acontecer com a venda do Novo Banco não é surpresa para ninguém. Ao longo do tempo fomos todos percebendo que a separação entre o Banco Bom e o Banco Mau era apenas fictícia.
Hoje não temos dúvidas de que o Novo Banco tem muito lixo herdado do antigo BES.
Mariana Mortágua vai ainda mais longe na defesa dos portugueses e diz que «uma vez pago, o Estado controla o seu banco e pode geri-lo ao longo…

A história do século XX hoje no Expresso

O adeus de Obama

Fotos: Reuters
O presidente Barack Obama deu ontem o seu último discurso, depois de 8 anos de presidência. Vamos ter saudades.

Os claustros de uma eternidade chamada Soares

Se Mário Soares estiver a ver a homenagem de um país (e do mundo) - e eu acredito que está - o seu sorriso será aberto, com aquelas gargalhadas que sempre lhe conhecemos. Olhar para aqueles claustros dos Jerónimos - onde há décadas assinou a adesão de Portugal à CEE - e ver o seu Adeus, ali, numa espécie de dimensão que desconhecemos, é algo que jamais esqueceremos. É um até já para quem nos deixa um legado identitário que jamais poderá ser apagado.

Mário Soares: era uma vez um dia quente de julho no Vau...

Não podia deixar passar o momento sem falar de Mário Soares. Por estes dias, em que decorrem as cerimónias fúnebres, já tudo foi escrito, já tudo foi dito, já todos anunciaram, vezes sem conta, a importância que ele teve e terá sempre para Portugal, para a construção da democracia e daquilo que hoje somos e temos. Conheci Mário Soares em 2004, na campanha interna do Partido Socialista, era eu uma jovem jornalista, a dar os primeiros passos no jornalismo político. Mário, o Pai, apoiava, como seria de esperar, o filho, João nas eleições internas do PS, contra Manuel Alegre e José Sócrates, tendo este último vencido o partido rumo a São Bento, como se sabe. Depois disso cruzei-me com ele algumas vezes, sempre em circunstâncias profissionais. E apenas uma vez, uma única vez, me encontrei com ele pessoalmente. É sobre essa história que aqui vos quero falar. Para lá do político, do histórico, do advogado e da figura incontornável da democracia portuguesa havia um Homem, um Homem com uma memória…

A melhor capa do dia.