O Portugal Político parece, de ano para ano, transformar-se
cada vez mais numa novela digna de globo de ouro. É um bom tema para esta
semana já que estamos no Carnaval.
Todos assistimos ao tom menos próprio que envolveu a classe política na polémica recente da Caixa Geral de Depósitos.
As guerras político-partidárias tendem a evoluir para um grau de dureza nos discursos que merece repúdio e condenação. Falamos da mesma classe que devia dar o exemplo, por várias razões, mas sobretudo pelo respeito que deve aos eleitores que colocaram no Parlamento cada deputado, cada cara, cada pessoa, em nome de um conjunto de promessas.
Contudo, e ao contrário da maioria, ainda há quem desça à terra e pelo menos demonstre algum respeito por nós.
Falo do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, e do erro que assumiu este fim de semana em relação à vergonha relativa às transferências de 10 mil milhões de euros para paraísos fiscais entre 2012 e 2014, período em que a Troika por cá…
Todos assistimos ao tom menos próprio que envolveu a classe política na polémica recente da Caixa Geral de Depósitos.
As guerras político-partidárias tendem a evoluir para um grau de dureza nos discursos que merece repúdio e condenação. Falamos da mesma classe que devia dar o exemplo, por várias razões, mas sobretudo pelo respeito que deve aos eleitores que colocaram no Parlamento cada deputado, cada cara, cada pessoa, em nome de um conjunto de promessas.
Contudo, e ao contrário da maioria, ainda há quem desça à terra e pelo menos demonstre algum respeito por nós.
Falo do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, e do erro que assumiu este fim de semana em relação à vergonha relativa às transferências de 10 mil milhões de euros para paraísos fiscais entre 2012 e 2014, período em que a Troika por cá…