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Mensagens

Somos abril. Seremos sempre.

Por estas horas, em que aquela noite histórica é relembrada, apetece-me tudo (Adriano, Ary, Zeca..) mas esta primeira página resume o que sinto em relação a Abril. Aqui dei os primeiros passos à séria. Aqui tive a certeza do amor que celebrei para a vida. Aqui senti na pele o verdadeiro sentido da liberdade. De imprensa. De Ser. De independência. Que Abril nunca se perca. Nas nossas vidas. Nas nossas convicções. E no prolongamento imaterial do que somos. #ac@abril#.

25 de abril: falta ainda expurgar os sugadores das liberdades

Portugal celebra esta terça-feira os 43 anos da Democracia.
O 25 de Abril continua a ser uma das datas mais importantes para a sociedade portuguesa.
Para o bem e para o mal, todas as gerações, de forma transversal, compreendem, à sua maneira, que a Revolução dos Cravos foi o acontecimento mais importante do país no último século.
Passados mais de 40 anos, a verdade é que muito ainda há por fazer em matéria de direitos, liberdades e garantias.
A Constituição manda cumprir, mas do papel à prática, vai uma distância enorme.
É na garantia dos direitos laborais que o país permanece muito longe das metas desejáveis em matéria de direitos e deveres.
Das estruturas mais rígidas da Administração Pública, onde predominam cúpulas de poder centralizado, às empresas privadas, há ainda muitos direitos por assegurar.
As crises económicas originam, sabemos todos, crises sociais e de identidade. O país continua agarrado à última, iniciada em 2011.
Persistem medos, violações de direitos instituídos…

Celebramos hoje os nossos monumentos e sítios

Inovação: o futuro empresarial português

Vivemos um tempo em que a crise económica recente e a flexibilização do mercado laboral provocaram uma revolução, para o bem e para o mal, na forma como as empresas lidam com a nova realidade e com os seus trabalhadores.
Há em Portugal casos paradigmáticos que deviam ser exemplo, que deviam fazer escola na profissão de gestor.
Falo do Grupo Lusiaves, uma referência do setor avícola e agroalimentar em Portugal, e que, ao contrário da maioria das grandes e médias empresas neste país, aposta em novos negócios sem nunca esquecer as pessoas.
O grupo vai duplicar este ano o seu investimento em trabalhadores, e passar de uma fasquia de 500 mil euros para um milhão de euros.
Ao mesmo tempo quer manter um ritmo de contratações de 220 pessoas por ano, a um ritmo mensal de 30 novas vagas a preencher.
Atualmente a Lusiaves conta com 3000 mil funcionários diretos e 2000 indiretos e está permanentemente em processos de recrutamento, sempre a tentar manter o talento nacional na esfera de influên…

Abrantes: berço de uma vida

Do meu Berço para o Mundo, trago em mim todos os sonhos por cumprir. Abrantes, Abril de 2017. Fotos: Ana Clara.

Legado geracional: o que estamos a criar?

Todos os especialistas, todos os Governos, a sociedade civil em geral. Todos, sem exceção, ao longo de todos os tempos, sempre foram unânimes quanto a um objetivo do País: apostar na Educação e na formação dos nossos jovens.
Jovens hoje, homens e mulheres amanhã.
Serve isto para falar da juventude dos dias de hoje. Vivemos a Era Moderna da tecnologia, da indústria 4.0, das redes sociais e da "internetização" da coisa, permitam-me a expressão.
A escola sempre foi e continua a ser um elemento estrutural da vida de todos nós. É lá que complementamos o futuro, que nos construímos como profissionais, mas também como seres humanos. Cada geração é única, moldada, claro está, pelos processos de mudança e evolução da própria Humanidade.
As atuais gerações mais jovens vivem o seu tempo adolescente à medida do sonho em que nasceram. As redes sociais, os smartphones, a ditadura do consumismo, moldado por vidas urbanas, onde os pais já eles próprios se transformaram em dependentes do Fa…

Síria: ontem já era tarde

O presidente Donald Trump ordenou um ataque a uma base aérea das forças sírias de Bashar al-Assad em Homs, na sequência do ataque com armas químicas que, na quarta-feira, matou mais de 80 civis, incluindo dezenas de crianças.
A Rússia, que apoia o regime sírio, contesta o ataque, a Europa – leia-se Merkel e Hollande – apoiaram Trump. Entretanto, abre-se mais um fosso na guerra em vez de se continuar a batalhar na paz. O lado sangrento, esse, continuará a persistir. Até quando? Ontem já era tarde.