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Mensagens

Autárquicas 2017: o papel dos independentes

Uma revista para guardar

O Observador completa 3 anos de sucessos. O online, a escolha dos seus líderes, revela-se, há muito, a escolha acertada nestes tempos incertos da imprensa e do jornalismo. A revista que assinala a data está um verdadeiro baú de estórias para guardar lá em casa. Se puderem, comprem!

Um Estado precário na palavra

Se a notícia do DN for verdade, prova-se uma vez mais que o Estado - no caso o PS - é igual a todos os outros seus pares no poder. «Faz o que eu digo e não o que eu faço». Combatemos a precariedade, lutando com estágios não remunerados e depois somos os mesmos que contratamos mão de obra, qualificada, a custo zero, para servir as nossas necessidades. Haja paciência.

Carris: para memória futura

Justiça tardia, justiça possível

14 anos de prisão para Rui Oliveira e Costa, fundador do BPN, banco que foi o epicentro de um dos maiores escândalos financeiros do pós 25-Abril em Portugal. O que mais choca é ver o advogado de Oliveira e Costa dizer algo tão surreal como isto: «estou profundamente convicto de que o meu cliente nunca se apropriou de um único centavo». Não temos, enquanto cidadãos, a Justiça que merecíamos. Mas pelo menos que a impunidade financeira e económica neste país, pelo menos, não caia em saco roto.

Apelo à (minha) classe: combater a má moeda!

Esta semana quero falar-vos de um património rico que Abrantes tem há 18 anos.
Falo da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, escola que me acolheu no longínquo ano de 1999, era eu uma imberbe jovem, com um sonho simples na bagagem: ser jornalista. O sonho cumpriu-se, pelo menos, até hoje.
Na semana passada, regressei à ESTA, a convite dos alunos do curso de Comunicação Social, no âmbito dos seus encontros de comunicação, atualmente designados “Redes de Comunicação”.
Foi ao lado de Alves Jana, figura respeitada nesta cidade e fora dela, meu antigo professor e que colabora com a Antena Livre há largos anos, que falámos da entrevista, enquanto género jornalístico.


Na plateia, alunos, professores e comunidade, com interesses diferentes sobre o tema.

Apesar das emoções, pese embora a realidade nua e crua que não pude deixar de partilhar com estes alunos, creio, com toda a convicção, que é possível agarrar os sonhos. Sei que é viável combater o estado negro de classe que existe e não pod…

Reinventar a Portugalidade é preciso!

Somos um Povo de tragédia. Mas somos também um Povo de comédia. Em séculos de História buscamos sempre conquistas. Umas vencidas, outras tantas por cumprir.
O 13 de Maio de 2017 escreveu-se de forma singular e, mesmo para os menos crentes, está já inscrito na História do País.
A sua história foi contada, sem surpresas, através da imprensa e das redes sociais deste tempo novo, sempre iguais a si próprias e cumprindo o seu papel.
Da glória ao pessimismo, das mentalidades tacanhas às mais tolerantes, houve de tudo.
Contudo, se há coisa que este fim de semana nos provou é que a Portugalidade é um conceito que está ao alcance de qualquer um e que os feitos de um Povo, de união coletiva, se pautam por todas as ações individuais. Pelas boas e pelas más.
Para isso, basta acreditar. Acreditar que somos bons a fazer o nosso trabalho. Acreditar que o talento não basta para se ultrapassarem obstáculos. Que o sacrifício e o trabalho são essenciais para chegar lá.
Neste mundo de plástico, roubando as pal…