Por todas as Angelinas da Ucrânia (e do mundo)

O Mundo segue o seu curso e há guerras que, apesar de não serem esquecidas, parecem estar condenadas à indiferença da comunidade internacional e da opinião pública. 

Foto: Gerada por IA


Continuo, desde 2022, a seguir a guerra na Ucrânia, por várias razões, mas acima de tudo porque não me conformo com o massacre que tem sido feito a este Povo, já lá vão quatro anos. 

Há um dia, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, publicava este testemunho nas suas redes sociais (contas oficiais):

"Um ataque russo na região de Kharkiv atingiu pessoas num parque infantil e próximo de um café. Pura atrocidade. Seis pessoas foram mortas, incluindo crianças, entre elas, uma bebe que se encontrava no parque num carrinho com a sua mãe. O seu nome: Angelina. Tinha pouco mais de um ano, nasceu em agosto de 2025".

Na mesma publicação, Zelenskyy publicou imagens da bebe morta. Como calculam não replicarei a atrocidade. Mas enquanto isto acontece todos os dias na Ucrânia, o Mundo segue, com uma mancha de sangue na sua sombra a partir do Leste Europeu.

Enquanto houver uma bala que seja, não esqueceremos a famigerada Ucrânia.

Sim, temos um lado. O lado do invadido contra um invasor sanguinário. O lado de um Povo que há mais de quatro anos é destruído diariamente. Podíamos ser nós. 

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