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Moria: aqui chega-se com esperança e morre-se à espera do futuro

Há muito que deixaram de ter lugar na abertura de noticiários.
A realidade dos milhares de refugiados que vivem em condições miseráveis na Europa não interessa para os editores que escolhem as grelhas dos jornais em prime time, nem o alinhamento das rádios e muito menos nos jornais.
O campo de Moria, na ilha de Lesbos, na Grécia, é um dos casos mais dramáticos deste grito humanitário silencioso.
Tem capacidade para 2 mil pessoas. Todavia, vivem aqui neste momento 19 mil migrantes. Crianças, mulheres e idosos vivem abandonados, onde falta tudo, e à mercê de roubos, violações e assassinatos, realidade inevitável quando a necessidade maior é a sobrevivência.
O trauma destes povos, que passaram já por situações dramáticas de fuga à guerra e à morte, persiste quando chegam à Europa.
A Grécia é o país do Inferno para esta gente, porque aqui chegados, estão confinados a campos com condições desumanas, sem uma perspetiva de poderem continuar a viagem rumo a um futuro tão desejado.
Em pleno inverno …

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