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Uma entrevista oca e previsível (tirando os últimos dez minutos)

Foto: TVI24.  Quem conhece José Sócrates - incluindo o comum dos portugueses - sabia, à partida, que a entrevista desta noite à TVI seria 'mais do mesmo'. Eu, falo por mim, não esperava nada de novo, além daquilo que conhecemos do entrevistado. Refutar todas as acusações que constam no processo, reiterar até ao tutano que é inocente, desmentir insistentemente tudo aquilo que o Ministério Público invoca. Expectável.  É por isso que foi uma entrevista oca. E foi pena, porque já que a figura aceitou falar, seria uma oportunidade de ouro de esmiuçar onde muitos não tinham ido. Exceção feita aos últimos dez minutos, quando o jornalista decide - obviamente - falar de política. E foi aí que também voltámos a ter o velho animal político, onde sempre foi bom: na oratória que, em ciência política, não toca a todos na arte de a ter. E se há justiça que não posso deixar de lhe fazer é essa: a proeza de construir uma narrativa - maçadora, muitas vezes - política! Foram os seus melhores dez

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