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Retorno às origens: um caminho que nunca terá fim

Fotos: Ana Clara Julho de 2021.  Regressamos às origens, à terra que nos viu nascer e nos ensinou a dar os primeiros passos. Na realidade, eu tenho duas, uma aldeia e outra cidade.  De Abrantes à Louriceira (concelho de Mação) distam, mais coisa menos coisa, 25 km. Na viagem, percorremos quatro concelhos: Abrantes, Sardoal, Mação e Vila de Rei.  Concelhos de interioridade, onde o desenvolvimento chegou mas em muitos locais ainda falta muita coisa. Permanecem iguais como há 30 anos.  Um postal, a espreitar para o outro lado (Borda da Ribeira).  Mas reviver o sangue que me corre nas veias, é sempre um bálsamo que necessito para continuar, para respirar. Num tempo em que temos na pele ano e meio de pandemia duríssima, sinto falta da terra onde sobreviver ao vírus é mais fácil do que nas cidades. Aqui, sobram os velhos, com saúde de ferro, muitos nos 90's. Parecem mais jovens que muitos mais novos. Espírito positivo, ânimo para dar e vender, sorrisos mil.  Há quatro anos viveram o maio

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