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A história de uma noite em que o Rock provou a muitos que a dignidade é uma palavra séria

59 anos de estrada. Dezenas de concertos em Portugal. E um Rock in Rio a seus pés. A onda rock believer desceu ao Parque Tejo para manter viva uma chama que prossegue bem acesa nas malhas do puro e velhinho rock .  Klaus Meine "Irrepreensíveis". "De boa saúde". "Impressionantes". "Velhos são os trapos". As frases são retiradas da maioria das reportagens escritas esta madrugada por colegas meus. Algumas vi-as escritas nos monitores frenéticos noite fora. Outras foram sendo partilhadas comigo após o concerto. Perguntavam-me, a medo, se tinham visto algo que eu não vi. Não, viram todos bem. Por outro lado, também não viram o que eu vi. E está tudo bem. É incrível, como à beira de celebrarem 60 anos de carreira (2025), conseguem dar um espectáculo escorreito, digno, cumpridor e segurar, ao mesmo tempo, 80 mil almas, não é? Pois é, mas eu, que carreguei ontem o 22 concerto, olho com outro olhar. Obviamente, não influenciei ninguém. Propositadamente. C

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