Fazem aquilo que muitos de nós, com vidas serenas, trabalho, casa e bem-estar, nem sempre temos a capacidade de fazer: sorrir. Quando começou a crise dos refugiados na Europa, o fotógrafo Marcus Valance começou trabalho de voluntariado como patrulhador nas praias da Grécia, ajudando os migrantes sírios a chegar em segurança ao país. É esse trabalho que, a propósito do Dia Mundial dos Refugiados, publicamos agora e que, durante todo o dia, fomos publicando no Facebook do Platonismo. Porque não os esquecemos nem esquecemos o sorriso deles perante as dificuldades e que nos encoraja, inspirando-nos diariamente. Deixamos as palavras de Marcus ao Daily Mail, que elas nos façam ver que a nossa vida é muito pequenina perante a deles: «muitas pessoas caminham em sapatos de números diferentes, vivem em tendas, muitas vezes debaixo de tremendas tempestades e ventos fortes. E os miúdos andam por todo o lado, a cair e levantarem-se. Eles são resilientes – na verdade, todos os refugiados são». A vida é uma luta e nós estamos nela. Ou tentamos.
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…









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