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| Crédito da Foto: Ana Clara |
A imagem é cada vez mais rara nas ruas do País. A leitura de jornais há muito que mudou.
Os hábitos dos portugueses passaram do papel para o digital. O Mundo pulou, mas há segmentos em que não avançou. A sentença de morte parece certa. Mas cabe ao Jornalismo reverter a previsão.
Com qualidade, rigor e profissionalismo. Porque os quiosques à moda antiga, sedentos de serem devorados, podem passar para a dimensão tecnológica sem perderem a sua principal função: informar. E essa missão só uma profissão a pode cumprir com regras. Só assim o caminho das fake news pode ser estancado. Não é difícil, é só diferente e com capacidade de adaptação. Porque, no dia em que o Mundo ficar sem informação livre, um dia só que fosse, então aí iríamos todos entender a importância de uma classe que também ela se tem autodestruído a si própria. Seremos capazes: jornalistas e leitores?

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