Avançar para o conteúdo principal

50 anos de Scorpions: quando Mattias Jabs fez uma repórter sorrir para a vida inteira.




Apresentamos Matthias Jabs. Uma das grandes figuras dos Scorpions. Fez o percurso normal de vida tendo-se formado em Direito na Universidade de Hannover. Mas a música nunca lhe saiu do sangue. Aos 13 anos já tocava guitarra, mal ele sabia que iria fazer parte de uma das maiores bandas de rock da Europa e do Mundo. Foi por acaso que Matthias entrou nos Scorpions, quando Uli Roth, seu amigo de infância, desistia do grupo. Corria o ano de 1978. Foi a uma audição, com Rudolf e Klaus Meine, e a 18 de junho do mesmo ano entrava no grupo que haveria de pisar milhares de palcos por todo o mundo. É um ícone da banda e idolatrado por muitos guitarristas, sobretudo, pela forma natural com que os dedos passeiam as cordas. Sem ele, a história dos Scorpions não teria sido a mesma. E irradia simpatia. Por todo o lado. Em 2001, no Convento do Beato recordo-me de lhe ter perguntado qualquer coisa do género: «o público português é de uma fidelidade extrema aos Scorpions. A que se deve tanta cumplicidade?». Resposta, sorridente, de Matthias: «tenho à minha frente a resposta para a sua pergunta». Mal ele sabia que eu era uma das maiores fãs da banda. No caso, estava apenas no papel de repórter. :) #ac@acaminhodo28#

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Autárquicas 2017: o papel dos independentes

Um primeiro-ministro à altura da tragédia

«O país partilha um sentimento de luto nacional e um grande sentido de unidade. A quem perdeu familiares e amigos, a nossa solidariedade», escreveu António Costa, na sua conta no Twitter
Há momentos dolorosos de um primeiro-ministro. Este, sei-o bem, é um deles. 
A imagem, essa, diz tudo.

Sinto-me miserável

Não devia hoje falar sobre a tragédia que aconteceu em Portugal este fim de semana. Mas sinto que preciso abordar o tema.
Em primeiro lugar porque há todo um país a chorar os seus mortos. O que aconteceu em Pedrógão Grande parece saído de um filme de terror.
As imagens, os sons do silêncio e o desespero de quem perdeu os seus fazem-nos sentir, à distância, miseráveis. Eu, confesso, sinto-me miserável. Como testemunha. Como impotente. 
É certo que muita coisa podia ter sido feita para aliviar o drama.
Contudo, o conjunto de fatores climáticos únicos e extremos que se encontraram ao final do dia de sábado, mudaram o percurso da história.
Em Abrantes viveu-se o mesmo fenómeno. Eu própria, durante duas horas, assisti a tudo.
Um céu negro que se formou lentamente, relâmpagos de terror e a formação de ventos muito fortes conduziram a momentos dramáticos e de reviravolta no incêndio de São Miguel do Rio Torto.
Isto mesmo comprovaram as autoridades. Das poucas certezas dadas, há uma que é inequí…