Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…

Comentários
acha mesmo que o ângelo correia, adminsitrador simultâneo de umas 75 empresas é fonte fiável?
Ainda não percebeu que os estivadores apenas fazem greve às horas extraordinárias que ultrapassam as 40 semanais de trabalho e que em nenhum instante deixam de trabalhar aquilo que por contrato estão obrigados?
que aqui apenas se trata de lhes diminuir os preços das horas extraordinárias e retirar direitos a eles que descarregam milhões de euros de carga num dia de trabalho?
do que é que não gosta deles que ganham 1500 euros, mas gosta tanto do catroga ou do borges? que ganham aos 45 mil euros por mês, com o argumento de que lidam com milhões de euros?
é por uns usarem fato-macaco e os outros serem sociopatas criminosos?
http://www.publico.pt/economia/noticia/alvaro-santos-pereira-abre-as-portas-a-despedimentos-os-portos-portugueses-1576225
Entretanto, sempre tão preocupados com as exportações, desde 1993, as empresas transitárias contrataram zero estivadores para os seus quadros a trabalhar em portos como o de leixoes, fora do contrato colectivo.? porque a lei permite explorá-los pagando menos de 800 euros e mesmo assim não os contratar embora movimentem milhões de euros de carga.