Assunção Cristas foi este domingo
consagrada como a nova líder do CDS-PP, em Gondomar. A sucessora de Portas tem
um longo caminho pela frente, sobretudo convencer as bases de que é a mulher
certa para o tempo novo que se abre no partido. Deu uma nova composição à
comissão política e aos rostos que compõem a estrutura interna. Aposta nos
jovens e nas mulheres para, com ela, fazerem a travessia do deserto. Contudo, o
futuro – ainda por fazer – será a chave para saber se o sucesso chegará. Aliado
a tudo isso, resta saber se os que agora partem – Paulo Portas – e os que
adiaram a liderança – Nuno Melo – fazem apenas um compasso de espera para mais
tarde regressarem quando for preciso ir às urnas para São Bento. Fica a dúvida
se teremos aqui mais uma líder de transição, como foi Ribeiro e Castro em 2005. Esta segunda-feira, análise mais completa, na crónica semanal na Antena Livre, 89.7 Abrantes.
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…

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