Em tempo de contenção de gastos, os partidos políticos preparam-se para gastar mais de dois milhões e meio de euros (2.744.195) só em comícios, festas, brindes e ofertas durante a próxima campanha eleitoral. O mais gastador é o PS que tem destinado para comícios e espectáculos quase 900 mil euros e cerca de 400 mil euros para brindes e outras ofertas. Esta será, aliás, uma grande diferença em relação às outras forças partidárias, sendo que muitas delas nem sequer têm qualquer verba destinada para ofertas. O PSD, por exemplo, vai gastar apenas 40 mil euros e o Bloco, zero. No que toca à forma de chegar às massas, a tradição já não é o que era, com as arruadas e os grandes comícios. PSD vai gastar na propaganda, comunicação impressa e digital cerca de 458 mil euros, o PCP 595 mil euros e o Bloco 321 mil euros. Já o CDS é o mais modesto e conta com um orçamento de 245 mil euros. E perguntamos nós: onde está a crise para eles?
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…

Comentários