Vilar de Maçada. Terra natal do secretário-geral do PS. José Sócrates e a jornalista do regime socrático: Fátima Campos Ferreira. Sim, a mesma que na passada segunda-feira fez um verdadeiro folhetim de propaganda de dragão com Pinto da Costa. Seis anos depois, a jornalista da RTP, convida o líder do PS a conduzir um carro, coisa que não tem feito nos últimos tempos, vá-se lá saber porquê... O curioso é que a peça demora um minuto, se tanto, e é feita de frases surreais de Fátima Campos Ferreira como: «este é um momento especial para si, não é?». «Sim, de facto tenho muitas saudades...», responde José Sócrates. Mas, desculpem lá, o que é que se passa com esta RTP? Começo a achar que razão tem Pedro Passos Coelho em querer privatizar a estação pública de televisão.
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Comentários
parecia um mau argumento para um filme do tipo B...