Diz que há uns 14 anos lá para os lados da província abrantina se rompeu muita sola de sapato - muito salto, no caso - com esta. :) «Rhythm Of Love», data de 1988, de um álbum chamado «Savage Amusement». É daquelas mesmo «azeiteiras», como diria o outro, mas que se lixe. Eram corpos, silhuetas, voltas e chão que nunca mais acabava a dançar pela noite dentro. E tem marca sempre garantida na parede «scorpiana». E era no tempo em que o Rudolf tinha bigode e o cabedal fazia parte da idumentária «rockeira». Ele há melhor lembrança que isto? Até pode haver, mas somos nós que fazemos as nossas, certo? Siga... Platonismo, não, ainda não acabou. Acho que um mês não chegava, mas é só duas semanas, pode ser? Vá, tem paciência, isto não custa nada! :) Falta pouco para a festa dos 50.
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
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