Vivia-se o início dos anos 60. E foi nas bandas 'The Mushrooms' e 'Copernicus' que Klaus Meine começou o sonho de uma vida. Cantar. Tocar. Ser feliz. Sempre num rock que desafiava à época. Ingressou nos Scorpions porque um belo de um dia conheceu Rudolf Schenker, fundador da banda - juntamente com o irmão Michael Schenker. Corria o ano de 1965. Klaus, fortemente influenciado pelos Beatles, é o autor da maioria das músicas da banda. É um homem feliz, porque teve nos Scorpions o sonho de menino. Para a História, fica o episódio dramático quando, em 1981 (o ano em que eu nasci), Klaus Meine perdeu a voz, devido a problemas nas cordas vocais, e depois da 'Animal Magnetism Tour'. O menino que nasceu a 25 de maio de 1948, em Hannover, tornou-se, indiscutivelmente, o «pai» de todos nós, e de vós, durante estes 45 anos de carreira.
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…




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