É, categoricamente, uma das figuras mais marcantes do século XX. Personagem central do Comunismo do Ocidente e que deixa marcas indeléveis não só na sociedade cubana como na forma como o mundo se relacionou com o país. Fidel Castro, líder da Revolução Cubana, morreu esta sexta-feira, aos 90 anos. O El País chama-lhe «O Último Revolucinário», o The New York Times diz que perece agora o líder que desafiou 10 presidentes americanos. E desafiou o Mundo, acrescentamos nós. Fidel era muito mais que isto. Foi um líder controverso, em que eu nunca me revi, sobretudo pela condução da política interna e externa cubana. Um homem que ficou confinado a um tempo ideológico já morto. Que impôs um embargo com consequências mil para a ilha que ele achou que seria só dele. Seja como for, por estes dias, em que a sua morte faz notícia em todo o mundo, a verdade incontornável é só uma: marcou profundamente a identidade social cubana. E essa marca perdurará ainda por muitas e longas décadas. Chegou a hora de Cuba se abrir ao Mundo!
Há
uma semana, quando a minha crónica na Antena Livre estava no ar, ainda não
havia noção da tragédia dos incêndios desse fim de semana.
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…
Depois, bem, depois, todos sabemos que números nos bateram à porta.
Não vou falar do que aconteceu, nem ajuizar as atitudes políticas. Tudo isso já foi falado, escrito, debatido, de uma forma tóxica até pela sociedade portuguesa.
Quero antes dar-vos o testemunho de alguém que assistiu, in loco, à recuperação, à reconstrução, ao caminho do futuro. Porque é disso que se trata imediatamente após tamanha tragédia. Vivi-o na pele em Agosto com a minha família e assisti de novo ao reerguer de gentes que merecem tudo.
Quero falar-vos de Nuno Pereira, fundador da Lusoberry, empresa que se dedica à produção de mirtilos e inovação dos seus derivados, em Oliveira do Hospital, região terrivelmente afetada pelos incêndios de há uma semana. O Nuno e a sua família viveram este drama por dentro, com amigos e família em perigo, assistiram à tragédia naquelas duras hora…

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