Avançar para o conteúdo principal

Água. Um bem precioso. Nosso. E de todos.


É a nova garrafa da EPAL, acabada de ser lançada no mercado, e que pretende promover o consumo de água da torneira em qualquer lugar. Chegou-me à redacção esta manhã e, com o que chove hoje, talvez eu comece já a aproveitar os mimos que chegam dos Céus. Já agora, na semana em que decorre em Lisboa o Congresso Mundial da Água, é bom que todos nos lembremos que os recursos não são eternos. E que vão escassear mais depressa do que julgamos. A Água é um deles. Partilhá-la, é pois, a missão, se queremos prolongar o bem-estar dos que atrás de nós dela também vão precisar. 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Autárquicas 2017: o papel dos independentes

Um primeiro-ministro à altura da tragédia

«O país partilha um sentimento de luto nacional e um grande sentido de unidade. A quem perdeu familiares e amigos, a nossa solidariedade», escreveu António Costa, na sua conta no Twitter
Há momentos dolorosos de um primeiro-ministro. Este, sei-o bem, é um deles. 
A imagem, essa, diz tudo.

Sinto-me miserável

Não devia hoje falar sobre a tragédia que aconteceu em Portugal este fim de semana. Mas sinto que preciso abordar o tema.
Em primeiro lugar porque há todo um país a chorar os seus mortos. O que aconteceu em Pedrógão Grande parece saído de um filme de terror.
As imagens, os sons do silêncio e o desespero de quem perdeu os seus fazem-nos sentir, à distância, miseráveis. Eu, confesso, sinto-me miserável. Como testemunha. Como impotente. 
É certo que muita coisa podia ter sido feita para aliviar o drama.
Contudo, o conjunto de fatores climáticos únicos e extremos que se encontraram ao final do dia de sábado, mudaram o percurso da história.
Em Abrantes viveu-se o mesmo fenómeno. Eu própria, durante duas horas, assisti a tudo.
Um céu negro que se formou lentamente, relâmpagos de terror e a formação de ventos muito fortes conduziram a momentos dramáticos e de reviravolta no incêndio de São Miguel do Rio Torto.
Isto mesmo comprovaram as autoridades. Das poucas certezas dadas, há uma que é inequí…